terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O que é um LOOP?

LOOP

Palavra usada por especialistas em informática para explicar uma confusão criada no programa,

fazendo com que ele fique “andando em círculos” e sempre voltando ao ponto de origem.

Um programa de computador "entra em loop" quando acontece uma situação quase assim: 

  

O diretor de uma empresa chama sua secretária e diz:

- Senhorita Vanessa: Tenho um seminário na Argentina por uma semana e quero que você me acompanhe. Por favor, faça os preparativos da viagem...

A secretária liga para o marido:

- Alô, Paulo! Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Cuide-se meu querido!

O marido liga para a amante:

- Eleonor, meu amor! A bruxa vai viajar para o exterior por uma semana, vamos passar esta semana juntos, minha princesa!

No momento seguinte, a amante liga para o menino para quem dá aulas particulares:

- Joãozinho, estou com muito trabalho esta semana e não vou poder te dar aulas...

A criança liga para seu avô:

-Vovô, esta semana não terei aulas, minha professora estará muito ocupada. Vamos passar a semana juntos?

O avô (que é o Diretor da empresa) chama imediatamente a secretária:

- Senhorita Vanessa - Suspenda a viagem, vou passar a semana com meu netinho que não vejo há um ano. Não vamos mais participar do seminário. Cancele a viagem e o hotel.

A secretária liga para seu marido:

- Ai amorzinho! O babaca do diretor mudou de idéia e acabou de cancelar a viagem.

O marido liga novamente para a amante:

- Amorzinho, desculpe! Não podemos mais passar a semana juntinhos! A viagem da mocréia foi cancelada.

A amante liga para o menino a quem dá aulas particulares:

- Joãozinho, mudei os planos: esta semana teremos aulas como de costume.

A criança liga para o avô:

- Puta merda vovô! A véia da minha professora disse que terei aulas. Desculpe mas não poderemos ficar juntos esta semana.

Seu avô liga para a secretária:

-  Senhorita Vanessa, meu neto acabou de me ligar e dizer que não vai poder ficar comigo essa semana, porque terá aulas. Portanto dê prosseguimento à viagem para o Seminário.

 

Isso é um LOOP.

 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Marca Telefônica deixa de existir no Brasil em abril de 2012

Marca Telefônica deixa de existir no Brasil em abril de 2012

Operadora passará a se chamar Vivo e entregará serviços móveis e fixo com cobertura nacional.


A Telefônica definiu o mês de mudança da sua marca no Brasil. A partir de abril de 2012, a operadora passa a atender no País pelo nome Vivo, integrando a telefonia móvel e fixa das duas empresas. O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Varella, informa que a companhia está em processo acelerado de integração das equipes e de todos os sistemas internos para que dentro de aproximadamente quatro meses o grupo passe a operar no mercado local com logomarca única.

Todas as lojas da Telefônica em São Paulo vão adotar a marca Vivo e passarão a oferecer serviços integrados. Carlos acredita que até 30 de abril do próximo ano a operadora esteja com tudo pronto para começar sua nova etapa no Brasil com atuação nacional na telefonia móvel e fixa.

Para que esse processo seja concluído, o executivo informa que a companhia precisa finalizar outros dois projetos. Um deles é a inauguração de um moderno data center da Vivo, que está sendo construído em Tamboré (Barueri-SP) e que vai suportar toda a TI da operadora. O outro é o término das obras da nova sede da Vivo, em São Paulo, onde vai concentrar a maior parte das duas equipes em um novo prédio, localizado na região sul de São Paulo.

“É um grande desafio juntar duas equipes grandes e de alta performance numa única companhia, que tem o objetivo de ser a maior do Brasil”, comentou Carlos nesta terça-feira, 06/12, ao apresentar balanço de 2011 e perspectivas do grupo no País para 2012. Juntas, as duas operadoras contam com 82 milhões de clientes em todos os serviços e empregam 22 mil profissionais.


Expansão de serviço fixo


A Telefônica espera até o final de 2012 estender a telefonia fixa para toda a área de cobertura da Vivo, que conta com presença em mais de 1,7 mil cidades do País. Um dos planos desenhados para esses mercados é o Vivo Fixo, que utiliza a rede 3G e tem como alvo assinantes de pós-pago da Vivo. O serviço sai por 9,90 reais por mês com uma franquia de 200 minutos.

Essa oferta já foi lançada em Porto Alegre e Rio de Janeiro e neste mês expandirá para mais duas praças, que são as regiões metropolitanas de Vitória (ES) e de Belo Horizonte (MG).

O diretor-geral da Vivo, Paulo Cesar Teixeira, avalia que mesmo com a concorrência no segmento de voz, há muita oportunidade de negócios em outras regiões do País “O Brasil tem 52 milhões de residências fora do estado de São Paulo e metade não tem telefonia fixa”, informa.

O executivo diz que a Vivo tem estratégia agressiva para ganhar uma fatia desse mercado com telefonia fixa e outros serviços. Entretanto, afirma que o cronograma de expansão para outras praças depende do sinal verde da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que precisa aprovar sua entrada em cada cidade.

Além de expandir a telefonia fixa, está nos planos da Vivo aumentar a sua oferta de TV por assinatura, aproveitando a nova regulamentação desse mercado. “Estamos aguardando a proposta de consulta pública da Anatel para avaliar nossos investimentos em TV paga. Queremos ser uma companhia de conectividade que entregará todas as tecnologias”, promete Carlos.

A operadora planeja ainda para 2012 serviços de IPTV. A Telefônica fechou uma parceria global com a Microsoft para adotar sua plataforma de vídeo em todos os países em que atua, incluindo o Brasil.

Segundo Carlos, investimentos para novos projetos no Brasil não faltarão, já que a companhia tem um plano para aplicar 24,3 bilhões de reais no mercado local entre 2011 e 2014. Esses recursos são 52% maiores que os 16 bilhões de reais desembolsados entre o período de 2007 e 2009.

 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Casa arrumada

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)


Casa arrumada  é assim:

Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.


Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.


"A VIDA é uma pedra de amolar; desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos."

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Índio no cartório!!

O índio vai ao cartório e o funcionário pergunta:

- Em que posso ajudá-lo senhor?
- Índio querer mudar de nome.
- Mas senhor, os nomes indígenas são parte de suas raízes culturais. Tem certeza que deseja mudá-lo?
- Sim! índio ter certeza. Índio não vê mais sentido em ter esse nome…
- Bom, sendo assim… Qual é o seu nome atual?
- Grande Nuvem Azul Que Leva Mensagem Para Outro Lado Da Montanha e Do Mundo.
- E como o senhor deseja se chamar?
- E-mail!

 

 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O MInERIM E OS TRÊS PORQUIM

O ônibus que seguia em direção ao Rio de Janeiro, pára numa cidadezinha do interior de Minas. O Mineirim sobe com três leitõezinhos no colo. Ao perceber a cena, um carioca (como de costume), quis logo tirar um sarro com a cara do pobre:

- E aí mineiro, levando os porquinhos para passear?

- É sô, os bichins nunca viram o mar, uai!...

- Estes bichinhos tem nome?

- Teeeem sô! Este aqui chama, 'Suavó', aquele lá é,'Suatia'...

- Puto da vida, o carioca interrompe o mineiro:

- Deixa que eu advinho o nome deste último. É 'Suamãe'?

- Não sô, esse é 'Seupai'. 'Suamãe', eu comi onti.

 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Bons tempos!

Meu pai tinha um ditado que dizia: “Alegria de pobre é o dia que se mata um porco”! Realmente, na roça é sinal de fartura, pelo menos por seis meses, quando se abate um bom capado, pesando acima de dez arrobas e que produza, pelo menos, de quatro a seis latas de vinte quilos, de banha.

Dada às dificuldades e à falta de conforto da época, nos acostumávamos e

valorizávamos muito aquilo que dispúnhamos, e, diga-se a verdade - éramos felizes. Teve época que engordávamos porco à meia, ou seja, quando do abate dividia-se o animal com o sócio que o cedeu. Esta troca de favores era muito comum entre vizinhos, principalmente quando acabava a banha, carne e linguiça, do abate anterior, e não se dispunham de um animal pronto para engordar, aí é que entrava o vizinho sócio.

Todos os dias, assim que voltava do colégio, uma das minhas tarefas era dar trato ao capado. Além de lavagem - restos de comidas - e milho do nosso paiol, dependendo da época do ano, também tratávamos com mandioca passada do ponto de consumo, abóbora e nabissa, cultivadas na roça de milho recém colhida.

Uma semana antes do abate, começavam os preparativos: providenciar as tripas para encher linguiça, soda cáustica para fazer o sabão no tacho, afiar as facas, descascar o alho usado no tempero e limpar o varal em cima do fogão de lenha, onde a linguiça era defumada por meses, devido ao fato de não termos geladeira.

Meu velho acordava bem cedo e apanhava seu punhal afiado - usado uma ou no máximo duas vezes por ano - e rapidamente trazia o suíno, já morto, em uma carriola para ser limpo e destrinchado. Enquanto isso, um tacho era colocado no terreiro para ferver a água que seria usada na lida.

Antes do almoço, tínhamos como costume, levar uma boa porção de carne para todos os vizinhos. Este gesto de boa vizinhança foi nos passado de pais para filhos.  No tacho, junto com a banha derretida, fritavam-se as carnes para serem posteriormente acondicionadas nas latas da própria banha e guardadas em nossa dispensa. Carne esta que durava até o próximo abate.

A tarefa mais árdua do dia ficava por conta da fabricação da linguiça. Tudo feito manualmente, portanto, muito demorado. Talvez venha daí a expressão “encher linguiça” quando nos referimos a algo que demora a ser feito, ou quando temos que “matar o tempo”. Com um espinho de laranjeira eu ia furando o produto já pronto para a retirada das bolhas de ar formadas no ato do enchimento. 

O sabor da pururuca crocante boiando no tacho com a banha escaldante era indescritível. Da linguiça defumada - temperada com alho e pimenta do reino – nem se fala! A saborosa carne retirada da lata de banha e frita na hora, na própria banha, são inesquecíveis. Não posso esquecer-me do delicioso chouriço feito com sangue.

Bons tempos onde a nossa referência era a simplicidade! Com três ou quatro mudas de roupas, um par de botinas para trabalhar na roça e um par de sapatos surrados para ir à cidade, estava feito nosso guarda roupa.

O paiol era lotado de milho e o quintal cheio de galinhas. Na tulha, feijão, arroz, réstias de cebola e alho para o ano inteiro. Na horta, toda espécie de verdura, e no pomar, onde as aves cantavam, muita fruta o ano inteiro. No chiqueiro, um capado engordando e por fim uma “sonata” ou vitrola, para ouvir “as modas” sertanejas nos finais de semana. Com este “kit capiau”, estava completa nossa alegria de viver. Simples assim!

E viva a fartura da roça!

 

* Recebi este texto com o título “Alegria de Pobre”, porém, alterei o título para “Bons Tempos”.

 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sabedoria do tubarão

 

Dois enormes tubarões brancos observam os sobreviventes de um naufrágio.
– Siga-me, filho
, diz o tubarão pai para o filho.

E nadam até os náufragos.
– Primeiro, vamos nadar em volta deles, mostrando apenas a ponta das nossas barbatanas fora da água.

E assim eles fizeram.
– Muito bem, meu filho! Agora vamos nadar ao redor deles, algumas vezes, com nossas barbatanas totalmente de fora.

E assim eles fizeram.
– Agora, nós podemos comer todos eles.

E assim eles fizeram.
Quando finalmente se saciaram, o filho perguntou:
–Pai, por que nós não os comemos logo de início?  Por que ficamos nadando ao redor deles várias vezes?

O sábio e experiente pai respondeu calmamente:

– Porque ficam mais saborosos sem merda dentro...

"Estratégia é tudo"

 

Kia - Optima

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

PODELA? O que é isso?

Baiano é dose
Essa é boa. 

Obs. Aos não baianos: Na Bahia toda casa de comercio mal estruturada, se chama "Cacete armado"

 
NO CACETE ARMADO DO BAIANO


Um Baiano lá pras bandas de Itapoã tinha um cacete armado, que ganhou fama nacional e internacional, pois tudo o que você viesse precisar, encontrava no cacete armado. De queijo, passando por lingüiça, torresmo e charque até peças para BMW, Ferrari e Boeing 737.  
Era incrível!  
 
Um paulista ficou sabendo do cacete armado e entrou numa de sacanear com o Baiano.
Embarcou então pra Bahia e se dirigiu para o cacete armado.
Ocorreu a seguinte conversa:

PAULISTA: Aí meu..., ouvi dizer que neste cacete armado tem de tudo!
BAIANO: -Pois é, tem umas coizinhas sim ...
PAULISTA: -Tem PODELA?
BAIANO (meio surpreso):-Hoje eu não tenho não, mas se passar aqui amanhã eu vou ter.                                                        
PAULISTA: Legal, então amanhã eu passo aqui.

O Paulista saiu fora deixando o Baiano encafifado. Não era pra menos:
Ele havia inventando a palavra PODELA lá na hora, só pra enganar o caceteiro.

- Podela, podela, podela, que porra é podela? - Pensou o Baiano.

No final da tarde, fechou o cacete armado e saiu a andar e perguntar se alguém sabia o que porra era podela, mas, ninguém sabia. Com medo de que seu cacete armado perdesse a fama, o Baiano desesperado foi para casa, tomou todas, comeu uma tremenda feijoada com rabada, fechando com uma bela sobremesa de doce de batata-doce.

Acordou de madrugada com uma tremenda dor de barriga, foi no banheiro e cagou um kilo certo que nem ele conseguia aguentar o cheiro, ai pensou num jeito de lascar o Paulista, colocou aquela coisa num forno bem quente e, após algumas horas de relógio, tirou do forno já bem seco e moeu até virar pó e a empacotou.

Amanhecendo o dia, pegou o pacote e foi pro cacete armado. Pouco depois chegou o Paulista louco para ver a atitude do Baiano ao dizer que não tinha sua encomenda.

Ocorreu então a seguinte conversa:
Paulista: -E aí Baiano, conseguiu a minha encomenda?
Baiano: - Oxe, consigui sim, tá aqui,  da uma provadinha.
PAULISTA (cabreiríssimo) : -Tá legal, me dá aí, e puto da vida, encheu a mão daquele pó colocou na boca e disse:

-Pô, meu, isto aqui é merda!
BAIANO: Merda não, É o "PÓ DELA".

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Gaúcho empresário...

Quando o Gaúcho se mudou para Floripa era muito pobre, mas em poucos anos já estava rico!
Os amigos, de Passo Fundo obviamente, quiseram saber como ele conseguiu essa proeza.
Ele, então, contou sua história:

"- Bah tchêee .... abri um puteiro...

Mas não um puteiro qualquer, um senhor puteiro!
Para ter sucesso nesse mercado é preciso inovar e diversificar...
Por isso, esse puteiro é num prédio lindo, dividido em três segmentos:
o da esquerda, só com chinoca nova;
o do meio, só com chinoca véia;
o da direita, só com viado!"

Os amigos exclamaram:

"- Mas BAH TCHE ....que grande ideia!
Trilegall...Você é Baguá mesmo ,isso é que é tecnologia típica da nossa terra!"

E o Gaúcho continuou:

"- Mas não pensem que foi fácil chegar lá, não! Tchê!!!!!
Tivemos que trabalhar DURO!
No início, era só eu, minha mulher e a minha sogra!!!"